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Departamento Municipal de Saúde da Prefeitura de Ivaiporã orienta medidas para evitar doença mão-pé-boca

Quinta-feira, 16 de maio de 2019

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O diretor do Departamento Municipal de Saúde, Claudeney Martins, e a coordenadora municipal de Imunização, Nilza Fernandes, informam que sintomas costumam surgir após um período de incubação de 3 a 6 dias


A Prefeitura de Ivaiporã, por meio do Departamento Municipal de Saúde, orienta medidas de higiene para evitar a doença mão-pé-boca. Trata-se de uma infecção viral contagiosa, que é causada pelo enterovírus (Coxsackie A). São atacadas principalmente crianças com menos de 5 anos e se caracteriza por lesões na cavidade oral e erupções nas mãos e pés.

De acordo com o diretor do Departamento Municipal de Saúde, Claudeney Martins, e a coordenadora municipal de Imunização, Nilza Fernandes, os sintomas costumam surgir após um período de incubação de 3 a 6 dias. Por isso, os pais devem ficar alerta com o surgimento de febre, mal estar e perda de apetite.

Para evitar a doença é necessário intensificar as medidas de higiene: lavar as mãos; higienizar as superfícies e os brinquedos; e impedir o compartilhamento de chupetas, mamadeiras, talheres e copos. Além disso, é preciso se afastar das pessoas doentes (escola ou do trabalho) enquanto permanecer os sintomas (geralmente 5 a 7 dias após início dos sintomas). Apesar da síndrome mão-pé-boca não ser de notificação obrigatória, a ocorrência de 2 ou mais casos devem ser notificados como surto.

A doença se manifesta com lesões da boca, como pontos avermelhados, pequenas bolhas ou úlceras dolorosas na língua, no palato e nas partes internas dos lábios e bochechas. Após o surgimento das lesões da boca, começam a aparecer lesões na palma das mãos e na planta dos pés. Ou seja, pequenas bolhas, com um halo avermelhado ao redor. Também pode haver lesões em nádegas, coxas, braços, tronco e face.

No entanto, nem todas as pessoas infectadas desenvolvem o quadro clínico completo da doença. Isto é, podem ocorrer apenas lesões na boca e palma das mãos. Na maioria dos casos, a doença evolui de forma benigna e com cura espontânea após 7 a 10 dias.

A transmissão do vírus por contato direto com secreções das vias respiratórias – saliva, por exemplo –, secreções das lesões das mãos e dos pés, fezes das pessoas infectadas, ou por contato com brinquedos ou objetos contaminados.  

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Ivaiporã - Lúcia Lima

Trata-se de uma infeco viral contagiosa Credito: Divulgao

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