Quinta-feira, 02 de outubro de 2025
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Este mês, será feita uma varredura na Avenida Brasil para retirada dos cabos inutilizados
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A Prefeitura de Ivaiporã e o Conselho Municipal do Plano Diretor reuniram 14 empresas de telecomunicações, representantes da Copel e servidores municipais para debater soluções relacionadas ao excesso de cabos de fibra óptica nos postes da cidade.
O objetivo foi buscar soluções para melhorar a organização, a segurança e a eficiência no compartilhamento da infraestrutura. A problemática foi debatida no salão nobre da Prefeitura.
O presidente do Conselho Municipal do Plano Diretor, Jair Burato, iniciou a reunião defendendo a necessidade de enfrentar o problema da fiação em excesso. “Os cabos têm utilidade. Mas quando deixam de ser usados se tornam um problema sério, criando insegurança e dificuldades de locomoção”, alertou Jair Burato.
Em abril de 2023, a pedido da Prefeitura de Ivaiporã, a equipe da Copel se reuniu com representantes de empresas para apresentar a proposta de alinhamento e regularização de cabos de telefonia, internet e de serviços multimídia, obtendo bons resultados.
A busca por soluções foi reforçada pela vice-prefeita Gertrudes Bernardy, justificando a beleza da cidade. “Ivaiporã está cada dia mais bonita. Mas em alguns lugares os postes estão sobrecarregados. Eu mesma contei mais de 10 cabos em um único poste. Este é apenas o 1º passo. Se queremos uma Ivaiporã cada vez melhor, precisamos enfrentar este desafio”, avisou a vice.
Responsabilidades
O representante da Copel, André Sena, explicou que a legislação sobre o compartilhamento da rede elétrica e de telecomunicações foi instituída em 1997 e regulamentada por resoluções conjuntas a partir de 1999. Segundo André Sena existem normas que determinam responsabilidades tanto da Copel quanto das empresas ocupantes da rede.
“Em Ivaiporã, há 14 empresas prestando serviços. O emaranhado de cabos virou algo comum. Mas não podemos deixar que se normalize. A Copel tem a função de notificar as empresas quando há risco e acompanhar a regularização. Ou seja, o nosso papel é garantir segurança e organização. No entanto é essencial que cada cabo esteja devidamente identificado”, explicou André Sena.
Entre as medidas apresentadas está a criação de notificações específicas com prazos que variam de 48 horas em casos de risco iminente – até 30 dias para regularizações técnicas. Segundo André Sena, a aplicação de multas não é o objetivo principal. “Multa é sempre o último recurso. O que buscamos é conscientização e organização das empresas, com diálogo e colaboração”, garantiu André Sena.
O presidente da Câmara de Vereadores, Ilson Gagliano, avaliou que a iniciativa da Prefeitura e do Conselho do Plano Diretor é fundamental para organizar a cidade, e sugeriu que os trabalhos sejam iniciados de forma regionalizada. “Se criarmos um protocolo, organizando rua por rua ou avenida por avenida, vamos avançar muito mais. Não adianta consertar pontos isolados. A proposta é que as empresas, junto com a Copel e o Executivo, façam este esforço coletivo”, sugeriu Ilson Gagliano.
Na reunião, ficou definido que, este mês, será feita uma varredura na Avenida Brasil para retirada dos cabos inutilizados – 1ª etapa do processo de organização. No dia 29 de outubro, às 15h00, será realizada outra reunião para avaliar os resultados, discutir as dificuldades encontradas e planejar os próximos passos.
Fonte: Prefeitura de Ivaiporã
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